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	<title>Do querer nada, ao nada querer!</title>
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		<title>Do querer nada, ao nada querer!</title>
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		<title>We&#8217;re here because we&#8217;re here&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 05:10:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jvschmidt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de muito tempo: O regresso. Não apenas o retorno, mas também uma justificativa devidamente suficiente para aqui estar uma vez mais. We&#8217;re here because we&#8217;re here. Fragmento de uma célebre música cantada nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial para manter os soldados motivados, me deparei com esta frase (que também é Título do novo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jvschmidt.wordpress.com&amp;blog=1188403&amp;post=21&amp;subd=jvschmidt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de muito tempo: O regresso. Não apenas o retorno, mas também uma justificativa devidamente suficiente para aqui estar uma vez mais.</p>
<p><em>We&#8217;re here because we&#8217;re here. </em></p>
<p>Fragmento de uma célebre música cantada nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial para manter os soldados motivados, me deparei com esta frase (que também é Título do novo Álbum da banda Anathema) enquanto dava por encerrado mais uma noite de leituras sobre a filosofia trágica. A frase veio a calhar, e me trouxe reflexões o bastante para expressá-las por aqui.</p>
<p>Acima de tudo, ela responde com devida suficiência a pergunta filosófica mais elementar: Por que estamos aqui? Pois bem, estamos aqui porque estamos aqui. Que isto quer dizer? Significa, acima de tudo, uma verdade, e também uma atitude. É uma verdade porque revela uma condição: Estamos aqui. É uma atitude porque expressa um basta à tentativa transcendental de ultrapassar essa condição: Só estamos aqui, e não iremos a lugar algum.</p>
<p>Dois lados de uma mesma tragédia: Jogados à vida, nos tornamos presos a ela. Condenados a sermos livres nela, como Sartre diria.  Que então fazer? Negá-la? Negligenciá-la? esquecê-la? Ou no pior dos casos, Encobri-la?</p>
<p>Quatro vezes não. Deve-se abraçá-la. Vive-la, não mais, não menos o que ela pode ser. Exatamente como Sísifo empurrando a pedra penhasco acima, ou como os soldados citados, na dura condição de enfrentar o destino trágico. O esperar pela eminente morte nos campos de batalha, celebrados pela canção que não procura um além, não procura uma redenção, muito menos um porvir. Estamos aqui porque estamos aqui, e isto basta. Não queremos uma recompensa espiritual, muito menos a graça divina, é o que dizem os soldados. Não à negação da vida. Não ao estremecer diante da morte e ao apelo para o impossível.</p>
<p><em>We&#8217;re here because we&#8217;re here </em>é o Ditirambo Dionisíaco à vida, e sobretudo à morte, como completude. É dizer acima de tudo, que ela é suficiente exatamente como é. É na celebração incondicional à vida, que podemos justificar o pedido de Zaratustra: &#8220;Morre a tempo&#8221;. A tempo de reconhecê-la. A tempo de vivê-la.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>
<dd><em>We&#8217;re here because we&#8217;re here because</em></dd>
<dd><em>We&#8217;re here because we&#8217;re here.</em></dd>
<dd><em>We&#8217;re here because we&#8217;re here because</em></dd>
<dd><em>We&#8217;re here because we&#8217;re here.</em></dd>
<p></em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Também a tempo estou novamente aqui. Tanto porque estou, quanto porque era o momento de voltar. Não porque o destino me guardava este fardo, mas porque eu o comprei no exato momento em que ele se fazia pertinente, conveniente. <em>We&#8217;re here because we&#8217;re here. </em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jvschmidt.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jvschmidt.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jvschmidt.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jvschmidt.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jvschmidt.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jvschmidt.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jvschmidt.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jvschmidt.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jvschmidt.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jvschmidt.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jvschmidt.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jvschmidt.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jvschmidt.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jvschmidt.wordpress.com/21/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jvschmidt.wordpress.com&amp;blog=1188403&amp;post=21&amp;subd=jvschmidt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O importante é algo que importa&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 04:59:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jvschmidt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Besteiras]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;é o que diria o ditado (seja velho ou  novo). Mas enfim, ai vai um velho texto de extrema importancia: Geralmente, buscamos manejar as significâncias do mundo de acordo com graus de importância. Portanto, é importante que as coisas sejam importantes. Também posso concluir que quando algo não importa, recai à ela certa importância por [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jvschmidt.wordpress.com&amp;blog=1188403&amp;post=18&amp;subd=jvschmidt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;é o que diria o ditado (seja velho ou  novo). Mas enfim, ai vai um velho texto de extrema importancia:</p>
<p>Geralmente, buscamos manejar as significâncias do mundo de acordo com graus de importância. Portanto, é importante que as coisas sejam importantes. Também posso concluir que quando algo não importa, recai à ela certa importância por justamente não importar, mas para recair à tal lógica, é necessário se importar com o que não importa, o que por definição é um paradoxo.</p>
<p>É devidamente importante distinguir a origem e o destino da importância. Seja 2 sujeitos para 2 significados, 1 Deles pode tranquilamente se importar pelo fato de que o outro sujeito nao se importa com uma significancia A mas apenas por B. Esta é a máxima que o primeiro sujeito pode adquirir: Se o outro sujeito não se importa com A, só posso eu me importar pela importancia o outro sujeito dá ao significado A, se eu me importar para com A. Posso, em segunda instância, tanto me importar quanto não me importar com a significância B.<br />
A máxima para o outro sujeito é a mesma que a citada acima.</p>
<p>Logo, tanto o remetente quanto o destinatário da Importância pode definir inúmeras condições com a função. Voltando aos sujeitos, importar-se com a importancia dada à um determinado significado é enfim, a clara importancia dada por sí ao significado utilizado. Então, o que aconteceria se o significado passasse a ser a função de importar-se?<br />
Simples: o sujeito passaria a se importar pela importancia que o outro está destinando, mas por definição, Se o outro sujeito ja da importância à algo, o primeiro sujeito pode definir que sua importância tornou-se verdadeiramente importante.<br />
Exemplificando: É importante que meu amigo importe-se por algo!<br />
Note que o objeto da função de importar-se nao é definido, o que determina que o objeto aqui é a função, o que torna a lógica recíproca.</p>
<p>Para continuar, podemos citar uma nova função no ato de importar-se:<br />
É importante para mim, que os outros considerem importante quando eu dou importância à algo.<br />
O objeto é novamente declarado pela função, o que torna a lógica novamente recíproca, porém, sobre a importância que o outro sujeito (um sujeito qualquer) dá ao importar-se do sujeito em questão dá ao seu próprio ato de importar-se.<br />
Se é importante que eu procure importancia sobre algo, logo, a função é de extrema importância.</p>
<p>Outra máxima: Meu amigo disse que acha importante destinar-se pelas coisas importantes. Logo, eu me destino pelo ato de importar-se, o que é importante tanto para mim quanto para ele. Mas se a irmã de meu amigo nao acha importante viver pelas coisas importantes, ela por definição, não pode importar-se com isto ja que este nao é seu lema de vida. Logo, meu amigo acha importante que ela nao ache as coisas importantes. Eu, por consequência, que me importo por simplesmente importar-se, acho importante que ele se importe com o que ela acha importante, logo ela, que nao acha importante importar-se, nao se importa se seu irmão ou eu, achamos importantes a função de importar-se.</p>
<p>Então, será importante para ela se nós não nos importarmos mais?</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jvschmidt.wordpress.com/18/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jvschmidt.wordpress.com/18/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jvschmidt.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jvschmidt.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jvschmidt.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jvschmidt.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jvschmidt.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jvschmidt.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jvschmidt.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jvschmidt.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jvschmidt.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jvschmidt.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jvschmidt.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jvschmidt.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jvschmidt.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jvschmidt.wordpress.com/18/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jvschmidt.wordpress.com&amp;blog=1188403&amp;post=18&amp;subd=jvschmidt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Sobre o conceito de verdade</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Nov 2007 02:38:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jvschmidt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[Do ponto de vista semântico, a verdade coloca-se como conceito individual e auto-suficiente. Seu absolutismo emerge quando precisa existir para que uma &#8220;verdade&#8221; exista. Esta verdade, colocada unicamente no seu carater próprio e metafísico, torna-se ainda mais absoluta. Mas por chegar à seu extremo ponto afirmativo, pode com facilidade cruzar a linha do contrário, vindo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jvschmidt.wordpress.com&amp;blog=1188403&amp;post=14&amp;subd=jvschmidt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do ponto de vista semântico, a verdade coloca-se como conceito individual e auto-suficiente. Seu absolutismo emerge quando precisa existir para que uma &#8220;verdade&#8221; exista. Esta verdade, colocada unicamente no seu carater próprio e metafísico, torna-se ainda mais absoluta. Mas por chegar à seu extremo ponto afirmativo, pode com facilidade cruzar a linha do contrário, vindo a se quer, ser algo. A verdade precisa ser verdadeira para se quer ser verdade, Mas se simplesmente nao o for, a conclusão é que nao há uma verdade, e para que o a afirmativa seja considerada como possível sem implicar uma verdade, deve permanecer submissa ao principio do ceticismo absoluto. Este porém, não pode ser absoluto, pois se o for, implica em uma verdade conceitual. Trata de dizermos portanto, que se há uma verdade ou não, sempre haverá motivos lógicos suficientes para crer que mesmo um principio de incerteza seja verdadeiro como conceito metafísico.</p>
<p>Dificil é se quer imaginar que se possa haver um sumo (ou a negação incerta disto) principio de negação à uma verdade sem que este possa de fato, representar uma afirmação à ela.</p>
<p>Se a verdade da verdade for falsa? Torna-se a falseabilidade verdadeira?</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jvschmidt.wordpress.com/14/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jvschmidt.wordpress.com/14/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jvschmidt.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jvschmidt.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jvschmidt.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jvschmidt.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jvschmidt.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jvschmidt.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jvschmidt.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jvschmidt.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jvschmidt.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jvschmidt.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jvschmidt.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jvschmidt.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jvschmidt.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jvschmidt.wordpress.com/14/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jvschmidt.wordpress.com&amp;blog=1188403&amp;post=14&amp;subd=jvschmidt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Pensando&#8230;pensando&#8230;</title>
		<link>http://jvschmidt.wordpress.com/2007/06/03/pensandopensando/</link>
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		<pubDate>Sun, 03 Jun 2007 06:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jvschmidt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa breve reflexão acerca das origens da linguagem no ser humano, chegamos a um ponto crucial onde o pensamento abstrato, mediado pela então linguagem, veio representar certa independencia em relação ao mundo físico. Eis o ponto onde linguagem e pensamento passam a relacionarem-se de forma dinâmica, e até mesmo recíproca para si mesmo. Pois se [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jvschmidt.wordpress.com&amp;blog=1188403&amp;post=10&amp;subd=jvschmidt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>   Numa breve reflexão acerca das origens da linguagem no ser humano, chegamos a um ponto crucial onde o pensamento abstrato, mediado pela então linguagem, veio representar certa independencia em relação ao mundo físico. Eis o ponto onde linguagem e pensamento passam a relacionarem-se de forma dinâmica, e até mesmo recíproca para si mesmo. Pois se fizermos um retorno às estruturas metafísicas do pensamento abstrato, teriamos que também referenciar-mos na linguagem, e se o fizermos profundamente, teriamos limites onde a propria razão ontológica dificilmente irá além.</p>
<p>A filosofia tem ruminado durante séculos dentro da metafísica do ser. Se por um lado grandes argumentações foram dadas, de outro, o mesmo numero em dúvidas surgiu. Isso é claro, é o sustento do movimento filosófico. Mas enfim, retornando aos primeiros passos humanos em tornar da linguagem o componente fundamental do pensamento, chegariamos a mediação entre um objeto e um predicado, ou, de uma palavra (como elo mediativo) e seu complexo significado, e a relação que a circunda. A palavra, surge como elo primeiramente comunicativo entre o mundo e um sujeito, de forma à este, intercomunicar um significado estabelecido! Não vem ao caso discutir os processos pelo qual este estabelecimento ocorre. O importante é que o significado ( a razão conceitual de um objeto à um dado ser) é o que dá corpo à linguagem, dando-lhe um referente, e ao pensamento (que toma corpo da linguagem).</p>
<p>O conceito de um significado, é algo que dificilmente será exposto. O significado, em uma relação direta entre um objeto (podendo ser um fato, ou uma coisa) e um sujeito, restringe sua funcionalidade comunicativa. Ele estabelece um elo entre o que percebemos e o que ja foi percebido.  Não há significado se não há experiência prévia, ou intercomunicação temporal (memória). Os avanços humanos chegaram ao pensamento abstrato, e através dele podemos relacionar conceitos puramente metafísicos, fora do alcance da experiencia sensível e unicamente reflexivo. Embora muitos dos conceitos sejam coletivos, sua experimentação nunca o foi. O valor conceitual da palavra &#8220;significado&#8221; é um deles. Pois embora sua funcionalidade seja expressar relações, no campo ontológico é impossivel retornarmos à um conceito prévio para dar significado ao &#8220;significado&#8221;.</p>
<p>Dados dois objetos e sua relação, obteriamos o significado. Um sujeito ao ver um Carro, pensará em seu significado (mesmo que de forma simplificada à outros, dependente do ambiente e da situação presente)! Este significado, vai relacionar o sujeito e os dois objetos correlacionados: O Carro e sua funcionalidade! O carro é um objeto fisico ja sua funcionalidade remete à um processo complexo em que determinada ação é estabelecida a um determinado objeto. A cada interpretação que fizemos, um novo campo é encontrado onde 2 ou mais conceitos são correlacionados mediante à um determinado significado. Porém, Estas relações dificilmente atingem o campo abstrato. E o significado fica restrito à sua funcionalidade!</p>
<p>Porém, elevando este conceito, teriamos afirmações onde dificilmente avançariamos: O significado extraido de sua funcionalidade, é um conceito unicamente abstrato. E para conceitua-lo, teremos que correlaciona-lo com outro conceito. Ora, para explica-lo, temos que utilizar de sua função. É impossivel, em outras palavras, dar um significado ao significado sem utiliza-lo de maneira recíproca. O significado é para si mesmo, absoluto. Uma unidade conceitual recíproca, que ontológicamente explica-se por sí mesma!</p>
<p>A palavra conceito, que é um sinônimo, segue o mesmo padrão.  Não há como conceituar o que é um Conceito sem estarmos ao mesmo tempo conceituando. O conceito do conceito, é simplesmente um conceito. Explica-se reciprocamente ao passo que passa a ser algo, um objeto existente (abstrativamente) .</p>
<p>Como ja foi citado, a linguagem abstrata é um fundamental na estrutura do pensamento. É nela que passamos a pensar nao só o mundo, mas a pensar sobre o próprio pensar, nas diretrizes em que o próprio pensamento coloca-se sobre si mesmo. Claro que a gênese destes conceitos não pode ser separada. Não passamos a pensar porque adquirimos a linguagem abstrata, nem adquirimos tal linguagem porque passamos a pensar.</p>
<p>Se por um lado, o significado do significado não pode ser explicado sem utilizar de sua própria lógica, dificilmente teremos um conhecimento Perfeito sobre o ser humano e todo seu plano ontológico. Será impossivel, e nossa razão nao nos permite ir além, pensar sobre como pensamos, desligando-nos da própria lógica que fundamenta todo o pensar!</p>
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		<title>Mudei&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jun 2007 05:26:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jvschmidt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cansado do blogspot e daqueles visuais chatos, eis que aqui estou, seguindo também as recomendações de uma especialista no assunto!<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jvschmidt.wordpress.com&amp;blog=1188403&amp;post=9&amp;subd=jvschmidt&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cansado do blogspot e daqueles visuais chatos, eis que aqui estou, seguindo também as recomendações de uma especialista no assunto!</p>
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